As guerras internas no kirchnerismo cobraram uma vítima: o presidente da estatal energética, Exequiel Espinosa, que se mantinha à frente da Enarsa, desde a sua fundação em 2004. Segundo diversos ‘media’ argentinos, o dirigente enfrentou uma forte resistência no interior da empresa, após a chegada, em 2011, de  Juan José Carabajales, o homem de confiança do vice-ministro da Economia, Axel Kicillof, que foi logo nomeado para a segunda posição na hierarquia da companhia. Espinosa, que foi promovido pelo responsável da pasta de Planificação, Julio De Vido, ficou no meio da disputa entre o seu mentor e Kicillof, por maior controlo na holding energética. De destacar que Espinosa esteve ligado ao caso do empresário Antonini Wilson, que foi detido, em 2007, no aeroporto de Buenos Aires, com 800 mil dólares, alegadamente destinados à campanha presidencial de Cristina Kirchner.

 

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