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Os EUA dão mais um passo para aceitar as pessoas do jeito que elas são, sem preconceito, nem sermão.

Médicos, terapeutas e religiosos estão proibidos de forçar jovens LGBT a mudar sua orientação sexual.
A cidade de Boynton Beach, na Flórida, foi a última do estado da Flórida-EUA a proibir a chamada “terapia de conversão de gênero”, um método usado para convencer homossexuais a mudarem sua identidade de gênero, ou sua orientação sexual.
A Câmara local aprovou em primeiro turno uma portaria proibindo profissionais licenciados de tentar converter a identidade de gênero, ou orientação sexual de jovens LGBT.
Quem violar a nova norma pode ser multado em U$ 500 – quase R$ 1.650 – e ser processado pela cidade, de acordo com a lei.
“É uma idéia absurda que em 2017 nossa cidade ainda acredite ser necessário mudar a sexualidade de alguém através de repreensões”, disse Justin Katz, dos idealizadores do novo decreto.
“Estou feliz que este novo decreto tenha enfim sido assinado e que agora estejamos de fato protegendo nossas crianças, independentemente da sua orientação sexual, ou identidade de gênero”, afirmou.
Religiosos
A proibição será aplicada apenas aos terapeutas licenciados pelo estado da Flórida-EUA.
Porém, há na nova lei uma recomendação para que líderes religiosos também parem de se envolver em terapias de conversão na cidade.
A proposta foi elaborada pela Coalizão de Direitos Humanos do Condado de Palm Beach, de acordo com o presidente e fundador Rand Hoch.
Hoch começou a defender a legislação que proibe a terapia de conversão quando passou a receber telefonemas de crianças que afirmavam estar sendo forçadas por seus pais a mudar a si mesmas.
Flórida livre
No mês passado, a câmara de ‘Lake Worth’ City também votou por unanimidade para proibir a prática.
Outras cidades que decretaram proibições incluem Miami, Miami Beach, Bay Harbor Islands e Wilton Manors. A Comissão da Cidade de Key West também votará a sua agora no início de janeiro.
Durante a votação da comissão de Boynton, diversos residentes puderam externar sua opinião sobre o assunto. Arlene Torgan, 84, contou a história de seu filho.
“Nós não sabíamos que ele era gay na época, porque, como todas as crianças daquela idade, ele tinha medo de dizer a mamãe e papai, porque ele pensou que havia algo de errado com ele”, disse ela.
“Nós descobrimos quando ele tinha 34 anos, quando ele conheceu seu parceiro que agora é seu marido”, afirmou.
Com informações: OrlandoSentinel.com
Tradução: Rodrigo Lins – Correspondente Só Notícia Boa nos Estados Unidos
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